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Monstro

junho 11, 2010

As espirais etéreas
que dançam o ar, sinistras,
são como o espelho
de um sentimento denso
que toma forma incontrolável
e sai a pairar

Um monstro insatisfeito
que sofre ao nascer
e grita rasgando a carne
destruindo o belo
queimando os ossos
para mostrar que ele existe

Mas ninguém quer um monstro
todo mundo quer um anjo

E ele se recolhe à sua casa
feita de veias e sangue pulsantes
… resignado

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One comment

  1. to sem palavras pra esse poema..o melhor..
    muito perfeito”!
    descreveu meus sentimentos..principalmente nos meus dias bad..quando eu escrevo..=T
    Amei o poema..
    Parabens..lindo’!
    BeijO!”



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